A SORORIDADE DA PRÁTICA

dezembro 19, 2021

Falar SO.RO.RI.DA.DE não e fácil. Imagina você praticar de verdade? E mais, espalhar o significado por onde vai. Quase impossível, não é mesmo?  Muitas pessoas nem sabem o que é nem o seu significado.

A palavra vem do latim “soror”, que significa irmã. Sororidade é irmandade e popularizou-se com o termo “manas”. Mas, na prática, é muito mais do que isso. Sororidade é sobre empatia, ética, solidariedade, companheirismo e respeito pelas diferenças entre as mulheres.

Por anos e anos, competimos muito entre nós. Falamos mal o tempo inteiro umas da outras, e o pio, fomos machistas em julgamentos entre as próprias mulheres.

Sororidade não tem nada a ver com uma luta contra os homens e sim a possibilidade de igualdade e respeito mútuo. E como devemos praticar a tal da sororidade?

Em primeiro lugar, livre-se de crenças, julgamentos e conceitos definidos.

Cada ser humano é diferente um do outro e por isso, existe o DNA. Então, não julgue. Somos diferentes. Somos únicos e cada experiência é diferente uma da outra. Por isso, pratique o respeito e a empatia.

Oferecer ajuda é o mesmo que servir. Interagir com o trabalho de outras mulheres, movimentar o desenvolvimento através de coisas simples, como, doação de livros, dois cliques e um comentário nas redes sociais podem fazer a diferença, criando uma rede e uma teia de oportunidades para que o crescimento seja de todas.

Por mais que você esteja no mesmo segmento que a sua amiga, não precisam ser rivais. É possível competir de maneira saudável. Não compare ninguém, pois isso sempre resulta em insatisfação e infidelidade. Cada um tem o seu valor e suas próprias competências

 A crítica construtiva não existe. É crítica ou é uma observação ou é um elogio. Sinceridade demais pode virar “sincericídio”.  Antes de cair na armadilha deste piloto automático que critica sem pensar, pare e reflita: você faria essa mesma crítica se essa atitude viesse de um homem?

Ahhh o encorajamento. Ouvir atentamente e olhar nos olhos faz uma diferença gigantesca. Então, faça o que gostaria que fizesse com você. Seja proativa em relação a outras mulheres.

Não incentive o preconceito e eduque as meninas para serem observadoras. Faça elas acreditarem na força da mulher desde pequena. Ela quer, ela pode sim. Esteja onde estiver, ela terá a voz reconhecida. Ela pode sim influenciar e criar movimentos que a permita ser reconhecida pelas ações que realizou. Esparramar ideias, irradiar posturas diferenciadas de uma mulher que ama, age, negocia e cria oportunidades únicas. Lutar pelo direito da mulher não é ir contra nenhum gênero, e, sim estabelecer alianças, relacionamentos saudáveis que sejam fortificantes no âmbito social, gerem lucros emocionais e a liberdade financeira.

Compartilhar

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp